terça-feira, 13 de março de 2012

SISTEMA SOLAR DE ALCYONE E CINTURIÃO DE FÓTONS

 Paul Otto Hesse, um engenheiro e esoterista alemão (falecido em 30 de Dezembro de 1958), escreveu na sua obra Der Jüngste Tag (O Dia do Julgamento) de 1950, que o nosso Sistema Solar pertencia ao agrupamento de estrelas conhecido como as Plêiades.


As Plêiades (na figura acima) são um grupo de estrelas na constelação do Touro. São também chamadas de aglomerado estelar (ou aglomerado aberto) M45 e são facilmente visíveis a olho nu nos dois hemisférios. Consistem de várias estrelas brilhantes e quentes, de espectro predominantemente azul. As Plêiades têm vários significados em diferentes culturas e tradições.
Paul Otto Hesse escreveu no seu livro que o nosso Sol seria a sétima estrela em torno da estrela central do aglomerado, chamada Alcyone. As outras estrelas a orbitar a estrela central seriam, por ordem, Mérope, Atlas, Maya, Electra, Calaena, Taigete e por último, Ors, como é chamado o nosso Sol nos meios esotéricos.
Segundo o autor, o nosso sistema solar levaria 25.827 anos a completar a sua órbita em torno da estrela central, naquele que é considerado o “ano sideral” ou “ano ilíaco”, sendo também esse o tempo considerado pela Astrologia, que se leva a completar o Zodíaco, nas suas doze Eras. Cada era tem uma duração de cerca de 2.152 anos, sendo o Zodíaco composto por 12.
Facto curioso relatado por Hesse é o de que, segundo o autor, Alcyone é rodeada por um gigantesco anel de radiação o qual foi chamado de cinturão de fótons


Paul Hesse afirma na sua obra que o Sol ao percorrer a sua órbita de cerca de 26.000 anos mergulha periodicamente no cinturão de fótons, sendo que a partir desta afirmação, movimentos New Age e esotéricos têm vindo a especular acerca das consequências que poderão advir do encontro do nosso Sistema Solar com essa tão propalada cintura de fótons, pois diz-se que ela terá a capacidade de transmutar a matéria.
 Tudo isso foi agregado ao tema escatológico de 2012, pelo que muitos esperam que a entrada nessa cintura se dê nesse que se espera fatídico ano de 2012, com consequências que se prevêem vão desde cataclismos ou, em alternativa, um período de transição/evolução levando a humanidade a uma nova era, mais espiritualizada.
 A passagem pela cintura de fótons dá-se supostamente a cada 12 mil anos, tendo uma duração de cerca de 2000. Para muitos, esta entrada na cintura de fótons coincidirá com a entrada na Era de Aquário.
 Esta foi a conclusão dos astrônomos Freidrich Wilhelm Bessel, Paul Otto Hesse, José Comas Solá e Edmund Halley, depois de estudos e cálculos minuciosos. Nosso Sol é, portanto, a oitava estrela da constelação — localizada a aproximadamente 28 graus de Touro, levando 26.000 anos para completar uma órbita ao redor de Alcione. A divisão desta órbita por 12 resulta em 2.160, tempo de duração de cada era. Descobriu-se também que Alcione tem à sua volta um gigantesco anel, ou disco de radiação, em posição transversal ao plano das órbitas de seus sistemas (incluindo o nosso), que foi chamado de cinturão de fótons.
 Um fóton consiste na decomposição ou divisão do elétron, sendo a mais ínfima partícula de energia eletromagnética, algo que ainda se desconhece na Terra. Detectado pela primeira vez em 1961, através de satélites, a descoberta do cinturão de fótons marca o início de uma expansão de consciência além da Terceira  Dimensão. A ida do homem à Lua, nos anos sessenta, simbolizou esta expansão, já que antes das viagens interplanetárias era impossível perceber o cinturão.
A cada dez mil anos, o Sistema Solar penetra no anel de fótons por dois mil anos, ficando mais próximo de Alcione. A última vez que a Terra passou por ele foi durante a “Era de Leão”, há cerca de 12.000 anos.
 Na Era de Aquário, que se iniciou no dia 11 de setembro de 2001, ficaremos outros 2.000 anos dentro deste disco de radiação.
 Todas as moléculas e átomos de nosso planeta passam por uma transformação sob a influência dos fótons, precisando se readaptar a novos parâmetros. A excitação molecular cria um tipo de luz constante, permanente, que não é quente, uma luz sem temperatura, que não produz sombra ou escuridão.
 Talvez por isso os hinduístas chamem os tempos que estão por vir de “Era da Luz”. Desde 1972, o Sistema Solar vem entrando no cinturão de fótons, e em 1998 a sua metade já estava dentro dele. A Terra começou a penetrá-lo em 1987 e está gradativamente avançado até 2012, quando vai estar totalmente imersa em sua luz. De acordo com as cosmologias maia e asteca, 2012 é o final de um ciclo de 104.000 anos, composto de quatro grandes ciclos maias e de quatro grandes eras astecas. Humbatz Men, em Los Calendários, fala também sobre a vindoura “Idade da Luz”.
 Bárbara Marciniak, autora de Mensageiros do Amanhecer (da Ground) e Earth (da The Bear and Company); e a astróloga Bárbara Hand Clow, que escreveu The Pleidian Agenda, da mesma editora, receberam várias canalizações de seres pleidianos. Essas revelações falam sobre as transformações que estão ocorrendo em nosso planeta e na preparação que precisamos nos submeter para realizar uma mudança dimensional.
 Segundo as canalizações, as respostas sobre a vida e a morte não estão mais sendo encontradas na Terceira Dimensão. Um novo campo de percepção está disponível para aqueles que aprenderem a ver as coisas de uma outra forma. Desde a década de 80, quando a Terra começou a entrar no cinturão de fótons, estamos nos sintonizando com a Quarta Dimensão e nos preparando para receber a radiação de Alcione, estrela da Quinta Dimensão.
 Zona arquetipica de sentimentos e sonhos, onde é possível o contato com planos mais elevados, a Quarta Dimensão é emocional e não, física. As idéias nela geradas influenciam e detonam os acontecimentos na Terceira Dimensão, plano da materialização. Segundo as canalizações, a esfera quadridimensional é regida pelas energias planetárias de nosso sistema solar, daí um trânsito de Marte causar sentimentos de poder e ira.
 Para realizar esta expansão de consciência é preciso fazer uma limpeza, tanto no corpo físico como no emocional, e transmutar os elementais da Segunda Dimensão a nós agregados, chamados de miasmas. Responsáveis pelas doenças em nosso organismo, os miasmas são compostos de massas etéricas que carregam memórias genéticas ou de vidas passadas, memórias de doenças que ficaram encruadas devido a antibióticos, poluição, química ou radioatividade. Segundo as canalizações, esses miasmas estão sendo intensamente ativados pelo cinturão de fótons.
 Os pensamentos negativos e os estados de turbulência, como o da raiva, também geram miasmas, que provocam bloqueios energéticos em nosso organismo. Trabalhar o corpo emocional através de diversos métodos terapêuticos —psicológicos, astrológicos ou corporais— ajuda a liberar as energias bloqueadas. Massagem, acupuntura, homeopatia, meditação, yoga, o tai-chi, etc. são também técnicas de grande utilidade, pois mexem com o corpo sutil e abrem os canais de comunicação com outros universos.
 As conexões interdimensionais são feitas através de ressonância e para sobrevivermos na radiação fotônica temos que nos afinar a um novo campo vibratório. Ter uma alimentação natural isenta de elementos químicos, viver junto à Natureza, longe da poluição e da radioatividade, liberar as emoções bloqueadas e reprimidas, ajudam na transição.
 Ter boas intenções é essencial, assim como estar em estado de alerta para perceber as sincronicidades e captar os sinais vindos de outras esferas. Segundo a Agenda Pleiadiana, de Bárbara Hand Clow, o cinturão de fótons emana do Centro Galáctico. Alcione, o sol central das Plêiades, localiza-se eternamente dentro do cinturão de fótons, ativando sua luz espiralada por todo o Universo. Mas afinal, e nós nisso tudo?
 Nós somos os mais beneficiados com tudo isso. Todos os seres encarnados na Terra passarão por um processo de iniciação coletiva. Escolhemos estar aqui nesta difícil época de transição de nosso planeta e que atingirá todo o Universo. Os fótons funcionam como purificadores da raça através de suas partículas de luz que estamos recebendo nos raios solares— e logo, depois de 11 mil anos dentro da Noite Galáctica ou como os hindus diziam, da Kali Yuga — Idade das Trevas, estaremos imersos no cinturão de fótons. E, como um sistema de reciclagem do Universo, o cinturão de fótons inicia a Era da Luz. Existem diversas formas de a humanidade intensificar sua evolução, desenvolvendo um trabalho de limpeza dos corpos emocionais, com o uso de terapias alternativas, como florais, yoga, sahaja maithuna, musicoterapia, cromoterapia entre outros.
 São terapias e práticas que trabalham com a cura dos corpos sutis, evitando que muitas doenças sejam desenvolvidas antes mesmo de alcançar o corpo físico, e curando outras já instaladas. Cada partícula vai se alojando em todos os cantinhos de nosso Planeta trazendo a consciência (Luz), a verdade, a integridade e o amor mútuo. As pessoas terão um trabalho individual para desenvolver, aliado ao trabalho de conscientização da Humanidade.
 Os corpos que não refinaram suas energias não conseguirão ficar encarnados dentro da Terceira Dimensão, pois a Quarta Dimensão estará instalada. E todos nós redescobriremos a nossa multidimensionalidade e ativaremos nossas capacidades adormecidas durante a Noite Galáctica. A inteligência da Terra será catalisada para toda a Via Láctea. Todos estes acontecimentos foram registrados no Grande Calendário Maia, que tem 26.000 anos de duração e termina no solstício de Inverno, no dia 21 de dezembro de 2012 d.C., que marca a entrada da Terra no Cinturão de Fótons por 2.000 anos ininterruptos. Luz é informação, Amor é criatividade.



quarta-feira, 7 de março de 2012

UMA CONVERSA COM UM AMIGO

Eu estava em um lugar como se fosse uma tenda médica,tinha dois guardas na porta,eu entrei,sentei em uma das cadeiras e comecei a conversar com alguém não sei quem era mas nós conversávamos muito,e era algo muito importante.

Minha primeira projeção consciente.

 Em uma dessas noites eu estava dormindo acordei e derrepente meu corpo começou a formigar inteiro,como isso sempre acontece comigo não fiquei assustado,foi só mexer um dedo e tudo voltou ao normal,mas logo em seguida meu corpo voltou a ficar paralisado,só que desta de uma forma mais intensa ,e pude ver claramente um portal se abrindo em cima de mim,e algumas coisas como tentáculos,querendo me puxar para cima,eu fiquei muito assustado,e só pensei em chamar meu Exu guardião,e no momento em que chamei ele,se formaram em volta de mim varias penas de varias cores e elas foram sugadas pelo portal no meu lugar ,pude ouvir claramente o barulho delas subindo em direção daquele portal,depois voltei ao meu estado normal,e levantei.Engraçado por isso aconteceu no mesmo dia que ia ter gira de Exu no centro onde trabalho.

ASSISTINDO UMA PALESTRA.

 Outro eu estava em um centro Kardecista que eu freqüento algumas vezes,e eu estava assistindo uma palestra,depois de algum tempo,uma mulher saiu de uma sala que eles dão passes nas pessoas,a mulher estava de roupas brancas,com varias Guias no pescoço,e o palestrante passou a palavra a ela,é engraçado porque mesmo sendo um centro Kardecista havia uma Umbandista lá.

 Mesmo sendo de religiões diferentes não existe separação de religiões no astral,todos trabalham para apenas um propósito,AJUDAR QUEM PRECISAR DE AJUDA! 

O PONTO DO EXU

 Uma dessas noites em uma sexta –feira eu me projetei no centro onde trabalho,era gira de exu,eu estava incorporado com meu exu guardião,haviam todos que trabalham lá,eu estava em um canto e pedi para um dos meus irmãos da gira pegar para mim uma pemba para riscar um ponto,no começo eu achei que não era nada,mas mesmo assim eu desenhei o ponto.
 No dia seguinte,convenientemente era trabalho de Exu,fiquei no meu canto até,incorporado  ate reparar,que naquele trabalho,todos os Exus teriam que riscar seus pontos,e quando chegou a minha vez adivinha que ponto era?Aquele que sonhei,foi algo muito impressionante para mim,ver que mesmo eu não vendo meu Exu ele sempre me acompanha.

quinta-feira, 1 de março de 2012

CONSAGRAÇÃO DE CRISTAIS

Os cristais podem servir como auxiliares e ferramentas da máxima importância em diversas atividades mentais e esotéricas, tais como meditação, limpeza da aura, abertura de consciência e visualização do passado, contacto com outras formas de consciência, tais como Avatares e normalmente com os Devas e demais Elementais da natureza.
  Mas, para que um cristal possa funcionar com eficiência é preciso o atendimento de algumas condições, como sejam, a limpeza, energização, consagração e programação. Já falamos dos métodos de limpeza e de energização mais usuais, nesta palestra vamos falar da programação e consagração.
 Sabendo-se que o cristal é uma estrutura material da mais alta susceptibilidade para interagir com vibrações podemos sentir que antes de uma nova gravação eles possam ser devidamente preparados, adequados, para especializá-lo de alguma forma, do contrario pegariam muitas coisas desnecessárias.
Quando falamos em temas bem anteriores sobre corpos intermediários e sobre as doenças,mostramos a importância de se proteger o corpo energético contra as impregnações por energias espúrias. O que dissemos então vale também em se tratando de um cristal. Por ser altamente responsivo às vibrações é preciso bloqueá-lo contra registros espúrios. Assim sendo quando se dispõe de um cristal é preciso, além de limpá-lo também adequá-lo para uma determinada finalidade. Este processo constitui-se aquilo que é conhecido pelo nome de consagração do cristal.
 Consagrar um cristal significa protegê-lo contra registros indesejados, que consiste em dotá-lo de algo como se fosse uma “couraça protetora”. É possível, através de processo mental, ser feito um registro energético que funcione como uma “aura protetora”. Vale salientar que essa aura é constituída pela energia do próprio cristal e não algo direcionado pela mente. Esta apenas comanda o processo, que em alguns casos requer certo ritual.
 Sem uma aura protetora o cristal, dependendo do tipo, está sujeito a registar uma gama elevada de dados que, em sua maioria, não interessam ou até mesmo sejam inoportunos.

 Agora vejamos em que consiste o ato da consagração. 

Inicialmente a pessoa deve saber o que está pretendendo obter, e a seguir imaginar a finalidade a que ele destina. Com este fim deve visualizar o cristal emitindo raios que cumprem o objetivo almejado. Por exemplo, se estiver sendo consagrado para curar deve-se visualizá-lo irradiando somente energia de cura e simultaneamente refletindo irradiações que cheguem até ele como se fosse um espelho. O outro passo é apresentá-lo a uma determinada força da natureza, isto constitui precisamente a consagração. Alguns exemplos de consagração. Suponhamos que pretendemos um cristal para ser usado como meio de percepção. Neste caso ele deve ser consagrado à Lua, e assim sendo deve ser submetido à ação da Luz da Lua. Se for para exercer atividades irradiativas ele pode, por exemplo, ser consagrado ao Sol. Para isto deve receber os raios de Luz do Sol da manhã. Deixá-lo exposto aos raios solares durante cerca de 3 horas enquanto a pessoa faz a mentalização do cristal sendo envolvido pela energia de polaridade ativa, masculina, característica do Sol. O processo mencionado parece idêntico ao da energização, mas não é exatamente igual, pois aqui há a visualização de um escudo protetor. A energização tem por objetivo carregar energeticamente o cristal (carregar a “bateria”) enquanto a consagração consiste em dotar de um direcionamento para a atividade especifica na qual ele será usado. Por exemplo, se um cristal for consagrado para a cura deve-se visualizá-lo recebendo energia e fixando-a como se fosse um acumulador capaz de descarregar essa energia quando for devidamente comandado num tratamento. Um cristal a ser usado para visualizações normalmente deve ser consagrado a uma fonte natural de luz como, por exemplo, o Sol. Portanto, para isto ele deve ser submetido à ação dos raios solares, ou outra fonte de Luz natural e nesse processo a pessoa deve visualizá-lo sendo banhado por luz. Vê-lo como uma superfície refletora da absorvendo os pensamentos da pessoa e imagens formando-se em sua superfície. Agora vejamos o seguinte; basicamente os cristais pertencem ao Elemento Terra e por isto neles atuam os Elementais da Terra comandados pelo seu rei conhecido pelo nome de Ghob. Já descrevemos uma iniciação ao nível do Elemento Terra. Este elemento está diretamente ligado ao mundo dos cristais, por isto numa Iniciação ao Elemento Terra pode se apresentar Ghob. Numa das etapas dessa iniciação o iniciando vê-se diante do Rei do Elemento Terra quando Ghob levanta-se e manda que o iniciando também o faça. Fecha uma esmeralda na mão e com a outra mão pega a do iniciando com a palma voltada para cima. Ghob abre a mão em que estava contido a esmeralda e em vez desta apresenta-se uma esfera de cristal. Olhando para a esfera o iniciando percebe impressas nela as metas para o planeta Terra. Em decorrência dessa ligação entre os cristais e os Elementais Terra quando se pretende consagrar um cristal seja para que finalidade for é bom que, alem de outras visualizações faça-se uma consagração a Ghob. Peça a esse Devas que dê poderes ao cristal e prometa-lhe que só o usará para o bem. Sendo o cristal o nível mais alto da matéria densa naturalmente de uma formar mais genérica ele deve ser consagrado ao Devas especifico. Numa fase seguinte pode-se também consagrá-lo a um outro Devas. Como os Elementais da terra são de várias naturezas, conforme o uso que se pretenda fazer de um cristal deve-se no ato da consagração invocar os tipos de Elementais mais adequados à função pretendida.
Quando se pretende a contribuição de um elemental na consagração de um cristal deve-se efetivar o ritual em um local relativamente isolado onde é mais fácil o estabelecimento da comunicação com os Seres da Natureza Terra, pedindo-lhes que se encarreguem do processo de energização e efetivação. Isto é importante porque os Elementais conhecem muito melhor o processo de manipulação da energia do elemento terra do que as pessoas humanas. Após a pessoa ter estabelecido um laço de amizade com os Elementais eles por certo, em se tratando de gênios, passíveis de serem comandados, efetivarão o processo de consagração. Mas, afim de que esse comando seja efetivado, é preciso que a pessoa tenha afinidade com o gênio, que já tenha uma ligação com os Elementais. Uma pessoa que não acredite neles, que desdenhe deles, que os ignore, que os ridicularize, e coisas assim, não é fácil poder contar com a colaboração, especialmente na consagração de um espelho ou de um cristal, pois, mesmo que os Elementais possam ser comandados, mesmo que não tenham um querer individualizado, eles em primeiro nível obedecem ao querer do Devas do elemento, do Rei do elemento. Num certo sentido um gênio atua como uma força cega, com certo nível de automatismo. Por exemplo, estabelecendo-se as devidas condições o elemento age, sendo assim uma pessoa pode provocar um incêndio desde que o fogo indepentemente da intenção da pessoa. Mas vale então a seguinte indagação: Se, para que os Elementais obedeçam a uma pessoa, tem que existir certo nível de reciprocidade, então como pode ocorrer um incêndio indesejado? Os Elementais de um elemento são obedientes ao Devas correspondente e um Devas não é uma força cega, tem discernimento e querer mentis, portanto como comandam uma ação negativa? Havendo os Elementais do Fogo, e mesmo o Devas do Fogo, como é possível isto acontecer se o Devas não é inconsciente e nem uma força negativa? - Afim de que isto possa ser devidamente esclarecido é preciso que nos lembremos de que toda manifestação é sétupla. Por esta razão é viável provocar intencionalmente um incêndio criminoso desde que a atuação seja um dos níveis mais inferiores do fogo, mas jamais a partir dos níveis superiores, ou seja, a partir de onde atuam os Devas e mesmo os Elementais correspondentes. Para dirrimir dúvidas a respeito do que dissemos, vejamos que Deus por certo comanda todo o Universo, mas nem por isto deixam de ocorrer ações e manifestações negativas neste. É exatamente nisto que reside a negatividade das coisas, é por isto que parte da criação é naturalmente negativa, por ser ali possível manifestações negativas mesmo que o universo haja sido “construirei” por Deus. Isto é válido para quaisquer situações, é por existirem sete níveis que as coisas negativas estão sujeitas a ocorrerem onde as forças inferiores têm chance de agir. Podemos até dizer que a negatividade é que determina a existência do lado inferior das coisas. É possível provocar um incêndio a partir dos 4 níveis inferiores do fogo, mas não a partir dos níveis superiores. Atuar nos planos elevados não é fácil, pois se tem que contar com a ativação dos respectivos Elementais ou mesmo dos Devas. Por isto é fácil provocar um incêndio, mas não é tão fácil apagá-lo. Ainda mais difícil é comandar os níveis elevados do fogo, por isto os elementais por não serem de natureza material podem atender ao pedido, mas não obedecer às imposições das pessoas. Por isto no processo de consagração de algo se pode pedir o auxilio dos elementais ou do Devas que sabem melhor que nós como trabalhar o elemento. Contudo, como todas as coisas têm o seu oposto a magia negra consagra objetos ao lado negativo da natureza. Isso é feito através de forças satânicas. Em se tratando das coisas materiais a consagração negativa é mais fácil de ser efetivada do que a positiva, pois o mundo material é predominantemente negativo, onde as coisas negativas são mais laveis que as positivas.
 No processo de consagração é importante que pessoa coloque o cristal num local adequado, na presença dos elementos da natureza que corresponda à força que se pretende. Por exemplo, quando se pretende consagrá-lo ao Sol, ou à Lua ou a um outro gênio da natureza. O cristal deve ser posto na presença do elemento. Por isto é importante a pessoa conhecer as características esotéricas do elemento considerado. No caso particular da consagração de um cristal deve-se segurá-lo entre os dedos da mão direita apontando-o em direção ao terceiro olho (situa-se no centro da testa entre as sobrancelhas) visualizando a transmissão do pedido segundo a natureza daquilo que se pretende fazer com ele. Por exemplo, dizer mentalmente este é um cristal que está sendo consagrado elemento (citar o nome), destinado à tal função e que deve registrar apenas o meu comando. Num processo de hipnose existe aquilo que é conhecido como “ordem pós hipnótica” que consiste no hipnotizador dar um comando para a pessoa que está sendo hipnotizada após sair do transe execute automaticamente uma determinada ação. Por exemplo: Quando acorda sentirá vontade de beber água e pedira um colo de água a tal pessoa. Também poderia o comando ser assim: Sempre que eu pronunciar tal palavra você pedirá um copo de água à alguém. São muitos os tipos possíveis de comandos pós hipnóticos. Isto lembra o que consiste a consagração esotérica de algo. Assim podemos dizer que o mesmo acontece com o cristal, ele pode ser preparado, induzido a executar um tipo especifico de ação, a atuar segundo uma força da natureza, um elemento da natureza, ou mesmo a obedecer ao comando da pessoa. Um cristal consagrado a Lua passará a registrar praticamente só vibrações lunares; se ao Sol, basicamente as vibrações solares, e assim por diante. Um cristal consagrado à Luz por certo será um cristal para ser usado em operações relativas ao lado feminino da natureza, aos processos dessa polaridade. Quando se intenta um objetivo ativo, Yang, masculino, a consagração deve ser ao Sol, ou na expressão Dele, o fogo. Consagra-se o cristal diretamente ao Sol, ou aos Elementais do Fogo ou ao Devas do Fogo cujo nome é Djinn, ou ao gênio do fogo Xangô. No processo de consagração ao Rei do Elemento Fogo, Djinn. Deve-se expor o cristal diante do fogo e invocar três vezes o nome Djinn e três vezes o nome Fohat. Quando se pretende um cristal com capacidade muito intensa e de dupla polaridade pode-se invocar Fohat e a seguir Zakti, visualizando o cristal como um Sol. Se a pessoa for mais experiente pode visualizar a imagem do Grande Sol de Abraxas. Não tenham dúvidas de que o cristal registrará poderes inerentes a essas forças, tornando-se bem mais adequado às atividades ativas que se pretenda iniciar.
Por outro lado queremos dizer que qualquer cristal pode ser consagrado à uma determinada finalidade, mas o cristal é tanto mais eficiente quando a sua estrutura e forma foz especifica para o objetivo que se pretende. Por exemplo, quando se intenta visualizações deve-se escolher um cristal de visão e consagrá-lo à Lua. Na realidade qualquer cristal pode ser consagrado e programado visando ações lunares, contudo funcionará com menor eficiência se não for do tipo adequado.

ENERGIZAÇÃO DE CRISTAIS



 Depois de devidamente limpo o cristal para ser usado com eficiência deve ser energizado, que consiste num processo de supri-lo energeticamente a fim de que ele possa melhor vir a ser programado. Os cristais tem uma ligação maior com o Sol, mas não existe a ausência de uma das polaridades respectivamente, apenas um predomínio de uma delas. Em outras palavras, embora as duas polaridades sempre estejam presentes em tudo, na utilização dos cristais predomina a poderosa energia masculina do sol, muito embora também, em menor grau, a energia mais intuitiva e feminina Lua.
 Os cristais podem ser usados numa operação de natureza masculina ou feminina, mas evidentemente é bem mais fácil operar com os cristais quando o objetivo que se pretende chegar situa-se ao nível masculino. Mas isso não quer dizer que numa atividade de polaridade feminina, passiva, não se possa usar cristais de polaridade masculina. Isto é perfeitamente viável porque nele estão presentes as duas polaridades.
 É bem mais simples usar nua atividade a nível masculino um cristal , acontecendo  exatamente o inverso em se tratando de uma ação feminina. O cristal responde melhor à energia do Sol, do que a da Lua.
Feito estas considerações preliminares vamos dizer, é fundamental que um cristal, após sua devida limpeza, ser energeticamente carregado. Parece até uma insensatez se falar em carregar energeticamente um cristal e uma pessoa menos preparada poderia até se expressar assim: “Isto não existe, é pura fantasia”… a esta queremos lembrar que os dispositivos - chips e outros - usados em computadores, são basicamente cristais e afim de que possam funcionar eles devem ser energizados e depois devidamente programados. Sem isso, de forma, alguma cumprem a missão funcional a que se nos destinam diversos aparelhos.

Vejam, então,alguns processos bem simples :

 Enterrar o cristal de 3 a 24 h. O contacto com a terra é energizante, sendo este o tipo de energização mais particularmente indicado nos trabalhos que utilizam a energia telúrica. O local deve ser de preferência um bosque, uma floresta, ou mesmo um jardim. É muito importante a escolha do local onde o cristal deve ser enterrado a fim de ser energizado. Deve ser escolhido um lugar o mais natural possível, pois na terra existem miríades de pequenos cristais, cada um deles tendo uma programação própria cuja natureza se desconhece.     
 É possível eles conterem programas adquiridos através dos anos, portanto carregados,programados mesmo que não intencionalmente, com cargas altamente negativas. Mesmo em se tratando de um jardim, é possível ali não ser um local ideal, está sujeito a não ser um bom local desde que ali hajam existido casas antigas onde não está livre de haverem ocorridos os mais diferentes tipos de dramas existenciais; presídios, cemitérios, hospitais, e uma serie enorme de eventos que impregnaram aquele ambiente. Desta forma o cristal posto para ser energizado, além da energia, certamente incorpora também as mensagens contidas. Em outras palavras, se contagiará com tudo aquilo que estiver gravado nos minúsculos cristais contidos naquele lugar.

•Expor o cristal aos elementos da natureza, uma tempestade com bastante vento, chuva, relâmpagos e nevascas. Os elementos da natureza têm uma enorme quantidade disponível de energia que o cristal assimila perfeitamente;

•Energização manual - Segurar o cristal entre as mãos e girá-lo até esquentá-lo, mentalizando a passem da energia de si para o cristal.

•Energização pelo sopro - Soprar sobre o cristal. Deve-se inspirar profundamente o ar retendo-o pelo máximo de tempo que não lhe seja incômodo a fim de reter o máximo possível de Prana, Mentalizar a captação do prana, sobrar sobre o cristal visualizando o fluxo de energia branca e pura direcionando-se e sendo fixada pelo cristal.

•Exposição ao Sol: expor o cristal diretamente na luz do Sol, por algumas horas. Bem importante que seja nas três primeiras horas após o nascer do Sol. O cristal estará preparado para receber uma programação masculina, ativa.

•Exposição à Lua: Expor o cristal durante toda noite aos raios de Luz da Lua, especial-mente da fase crescente até a cheia. Energisa o cristal com energia mais feminina, mais intuitiva.

•Sol/Lua: Um energização polivalente. Expor o cristal aos raios da lua durante a noite e na manhã seguinte aos raios do Sol nas primeiras horas da manhã.

•Uso de Drusas: Colocar cristal sobre uma drusa por no mínimo três horas. A drusa, além de limpá-lo, simultaneamente carrega-o. 

•Exposição às cores. Colocar o cristal sob um feixe de raios coloridos, ou seja, a um espectro de cores. Isto pode ser feito com o auxílio de um prisma para decomposição da luz branca num espectro de sete cores (Arco Íris). Não se dispondo de um prisma para essa finalidade, pode ser usado também, mesmo que menos eficientemente, a projeção sobre o cristal a ser energizado um feixe de cores transmitidas por uma parelho qualquer, como um projetor de slides ou pela passagem por ou vidros coloridos.

 Não basta apenas a energização para que o cristal venha a exercer a sua melhor atividade; é preciso, também, ativá-lo devidamente. A ativação consiste em estimular áreas do cristal que estão sujeita a permanecerem silenciosas. Na maioria dos cristais, a dinâmica energética não é completamente operacional, ou seja, o cristal pode estar parcialmente inativado, menos apto, portanto, para receber e a processar as programações a que lhes forem direcionadas. Em tais casos tornam-se preciosos determinados estímulos para torná-los susceptíveis a um funcionamento o mais eficiente possível
 Enquanto a energização envolve o armazenamento de uma carga energética (como se fosse uma bateria) a ativação refere-se à ativação de áreas inativas do espectro energético do cristal.

Entre os métodos mais usais podemos destacar:

•Exposição a outros cristais: colocar o cristal em torno de um círculo formado por vários outros cristais devidamente energizados com as pontas voltadas para o centro onde deve estar localizado o cristal a ser ativado. Preferível ser feito isto num ambiente livre, tanto ou quanto natural afim de que seja evitadas as impregnações ambientais. Manter por 24 a 48 horas. Há grande vantagem que isto seja feito expondo o cristal à luz do Sol e da Lua durante 48 h. Em média.
 A imagem abaixo mostra a ativação do cristal utilizando seis cristais em volta do cristal a ser ativado,nesse caso o hexagrama,é o utilizado.



•Locais de Poder. Existem varios locais de força, em pontos de poder, quando falamos das forças telúricas. Assim o cristal pode ser colocado nesses pontos energéticos onde ao mesmo tempo será energizado e ativado ao mesmo tempo.

•Estrutura geométrica: Tem grande importância colocar o cristal dentro de um sólido geométrico de poder, tais como um cone, ou especialmente uma pirâmide e ainda mais o situando no ponto especial de energização.

 Neste item podemos utilizar uma gama bastante grande de meios conhecidos por todos aqueles que costumam lidar com energia. Assim sendo, tudo o que dissemos nas palestras sobre energia telúrica, sobre Energia Chi é aplicável aos cristais. Na realidade não se pode separar as duas coisas desde que existe uma imensa interdependência. As forças telúricas têm muito haver com os cristais e vice-versa. Por esta e outras razões tudo isto faz parte dos ensinamentos de algumas Escolas Iniciáticas sérias, de Confrarias e Ordens idôneas, especialmente aquelas baseadas na cultura da Atlântida.