domingo, 12 de fevereiro de 2012

EXUS

EXU(o mensageiro dos Orixás)

O PERFIL DO ORIXÁ

 Exu é a figura mais controvertida dos cultos afro-brasileiros e também a mais conhecida. Há, antes de mais nada, a discussão se Exu é um Orixá ou apenas uma Entidade diferente, que ficaria entre a classificação de Orixá e Ser Humano. Sem dúvida, ele trafega tanto pelo mundo material (ayé), onde habitam os seres humanos e todas as figuras vivas que conhecemos, como pela região do sobrenatural (orum), onde trafegam Orixás, Entidades afins e as Almas dos mortos (eguns).
 Esse Orixá (ou Entidade) não deve ser confundido com os eguns, apesar de transitar na mesma Linha das Almas (uma das três linhas independentes) sendo o seu dia a segunda-feira; ficando sob o seu controle e comando, os Kiumbas (espíritos atrasadíssimos na evolução). Exu é figura de status entre os Orixás, que apesar de ser subordinado ao poder deles, constitui uma figura tão poderosa que freqüentemente desafia as próprias divindades. Sua função e condição de figura-limite entre o astral e a matéria, se revela em suas cores, o negro e o vermelho, sendo esta última a vibração de menor freqüência no espectro do olho humano, abaixo do qual tudo é negro, há ausência de luz.
 Seus aspectos contraditórios também podem ser analisados sob outro ponto de vista: o negro significa em quase todas as teologias o desconhecido; o vermelho é a cor mais quente, a forte iluminação em oposição à escuridão do negro. Até em suas cores, Exu é o símbolo das grandes contradições, do amplo terreno de atuação.
 Os Exus são considerados entidades poderosas, mas nem sempre conscientes dessa força, desconhecendo seus limites e suas conseqüências ao envolver os seres humanos vivos. Assim ao utilizar-se de suas vibrações, um iniciado precisa tomar cuidado para não permitir que Exu, mesmo com o propósito de ajudá-lo, provoque um descontrole energético que possa ser prejudicial ao ser humano.
Sua função mítica é a de mensageiro - é o que leva os pedidos e oferendas do homens aos Orixás, já que o único contato direto entre essas diferentes categorias só acontece no momento da incorporação, quando o corpo do ser humano é tomado pela energia e pela consciência do seu Orixá pessoal (quando a consciência de quem carrega o Orixá desaparece). É Exu quem traduz as linguagens humanas para a das divindades. Por isso, é imprescindível para a realização de qualquer ritual, porque é o único que efetivamente assegura em uma dimensão (ayé ou orum) o que está acontecendo na outra, abrindo os caminhos para os Orixás se aproximarem dos locais onde estão sendo cultuados.
 O poder de comunicar e ligar, confere à ele também o oposto; a possibilidade de desligar e comprometer qualquer comunicação. Se possibilita a construção, também permite a destruição. Esse poder foi traduzido mitologicamente no fato de Exu habitar as encruzilhadas, passagens, os diferentes e vários cruzamentos entre caminhos e rotas, e ser o senhor das porteiras, portas entradas e saídas. Isso não entra em contradição com o fato de Ogum, o Orixá da guerra, ser considerado o senhor dos caminhos. Além da grande afinidade entre as duas figuras míticas (que são irmãos, de acordo com as lendas), Ogum é responsável pelo desbravamento, pelo desmatar e o criar de novos caminhos, pela expansão do reino, enquanto Exu é o senhor da força que percorre esses caminhos.
 Como, então, essa imagem de menino brincalhão, mesmo que imprudente, se coaduna com a imagem popular que associa Exu ao Diabo? Mesmo em cultos de Umbanda (alguns) Exu é freqüentemente considerado um representante do mal, das forças perigosas e não totalmente recomendáveis.

Qual a visão está correta?

A rigor, ambas ou nenhuma delas. Exu realmente brinca e se diverte, possibilitando brincadeiras e prazeres aos seres humanos. Também mexe com forças terríveis, provoca acontecimentos dramáticos, causando o mal.
Em termos históricos, as culturas africanas que cultuam os Orixás - muito diversificadas, conseqüência evidente de uma sociedade dividida em raças, tribos, muito pouco centralizada para os parâmetros ocidentais - são muito mais antigas que as que conhecemos. Há lendas de Orixás que se explicam como respostas socialmente criativas a acontecimentos perdidos num longínquo passado, como a substituição do matriarcado pelo patriarcado, o surgimento do primeiro conceito de sociedade agrária, em oposição a uma cultura nômade e caçadora.
 Assim, como encontrar uma figura que representa o mal numa cultura onde não existe a dicotomia bem-mal? A moralidade ou imoralidade portanto, não está nas figuras dos Orixás, nem principalmente em Exu, mas sim nas interpretações que nós, ocidentais, fazemos a respeito de seus desígnios.
 Para a cultura africana, politeísta, onde os deuses brigam entre si, cada um tomando atitudes radicalmente opostas às dos outros, não existe um certo e um errado, mas vários. Cada ser humano é filho de dois Orixás e, para ele, suas atitudes serão as mais corretas, enquanto um filho de outro Orixá deverá manter postura diferente, mas adaptada ao arquétipo de comportamento associado ao seu próprio Orixá.
 Outra razão de confusão vem do fato de os negros terem chegado ao Brasil na condição de escravos, tratados como subumanos e sem os mínimos direitos.
 Nenhuma hipótese havia, portanto, para que Exu e outras figuras míticas do Candomblé e da Umbanda, fossem aceitas como independentes: os negros tinham de ser convertidos ao Deus Único, aos mitos cristãos.
Uma divindade africana ao ser capturada pelas explicações católicas, teria no máximo o status de santo, divindade menor, praticamente humana, na teologia cristã.
 Como precisavam de um Diabo, os jesuítas encontraram na figura de Exu, o Orixá que poderia, meio forçadamente, vestir a sua roupa, provavelmente porque sendo o mais humano dos Orixás, à ele se pede interferência nas questões mais mundanas e práticas, o que resulta que a maior parte das oferendas do culto vá, para ele.
 Exatamente por isso, Exu era a divindade que protegia, na medida do possível, os negros dos repressivos senhores. Era para Exu que pediam desgraças para seus senhores.
 Dois outros fatores associam Exu ao Demônio; o fogo - elemento do Diabo e também freqüente nos cultos e oferendas para o mensageiro dos Orixás africanos - e o sexo, território considerado tabu pelos católicos, e o prazer - em geral, as atividades favoritas de Exu. A sensualidade desenfreada costuma ser atribuída à influência de Exu, que significa a paixão pelo gozo, sendo freqüentemente representado em estatuetas, como figura humana sorridente, debochada.
 Para completar os tabus que marcavam Exu como uma figura que subvertia o conceito de faça o bem e será recompensado, faça o mal e será punido - já que ele podia fazer qualquer coisa e alterar qualquer resultado - mas um fator fez com que fosse não só usado como o Diabo mas reconhecido como sua própria encarnação por parte dos jesuítas: Exu gosta de sangue.
 É costume que, em oferendas, o sangue de animais seja o último ingrediente.
Como, porém, essa base filosófica africana foi esquecida na prática pelos brasileiros, existe certo temor e preconceito com relação a Exu. Isso se revela no temor que os babalorixás (sacerdotes que dirigem a Umbanda ou um Candomblé) têm em identificar alguém como filho de Exu, ou seja, como pessoas cuja energia básica é a mesma do mensageiro dos deuses. Reforçam-se assim, os mitos de desgraça que ronda a figura de Exu.
 A Pomba-gira, figura comum nos cultos de Umbanda e presente em diversos Candomblés, dada a grande intercomunicação entre as duas vertentes, não passa, de um Exu Feminino, onde estão em destaque o senso de humor debochado, a voluptuosidade e sensibilidade desenfreadas, usando cabelos soltos, saias rodadas e vaidosas flores na cabeça. Sua dança é uma gira frenética, desenfreada, violenta até, com quase nenhum controle - sem compostura, de acordo com a visão ocidental. 

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

OS ORIXÁS


Os orixás são divindades ligadas às forças da natureza, não possuindo corpo físico. Na África existiam mais de quatrocentos orixás, mas poucos deles chegaram ao Brasil através dos escravos. Em razão do sincretismo religioso, erroneamente os orixás são confundidos com santos. Na época da escravidão, em razão da proibição da livre manifestação religiosa pela igreja e pelos senhores do engenho, os escravos associaram cada orixá à imagem de um santo da Igreja Católica, para, assim, poderem prestar seus cultos religiosos. Os orixás não são - e nunca serão - ‘santos', isso porque todos os santos foram encarnados, ou seja, tinham um corpo físico, o que não é o caso dos orixás, que não possuem corpo físico, apenas força e energia. Pode-se dizer, assim, que cultuar os orixás é respeitar a natureza, a própria essência deles.


EXÚ  - é o orixá dos caminhos, ruas, estradas e encruzilhadas. É o mensageiro dos orixás, faz a ligação entre os mundos terreno e espiritual. Muito temido, pois equivocadamente associado ao demônio cristão.

Filiação: Iemanjá e Oxalá 
Cores: Vermelho e Preto 
Símbolo: Tridente 
Domínio: Ruas e encruzilhadas
Saudação: Laroiê exu 
Dia: segunda-feira 
Frutas: todas, exceto banana 
Flor: Palmas vermelhas 
Comidas: Farofas, pinga e pipoca 
Pedra: Turmalina negra 
Mineral: Carvão e carbureto


OGUM  - orixá guerreiro, das lutas, combatente, invocado para quebrar demandas, abrir caminhos. Irmão de Exu e Oxóssi. É o orixá do ferro, por isso tornou-se protetor dos barbeiros, carpinteiros e mecânicos.

Filiação: Oduduá e Iemanjá 
Cores: Vermelho 
Símbolo: Espada/Lança 
Domínio: Ferro e Bronze 
Saudação: Ogunhê ou  Patacori ogum 
Dia: terça-feira 
Frutas: manga espada ou obi 
Flor: Palmas ou cravos vermelhos 
Comidas: Inhame, pipoca, feijão preto ou cerveja clara 
Pedra: Lápis-Lazúli 
Metal: Ferro 
Sincretismo: São Jorge Guerreiro


OXÓSSI - orixá das matas, caçador exímio. É o orixá da fartura, dando-nos os alimentos para a sobrevivência. Protetor dos animais e das florestas.

Filiação: Iemanjá e Oxalá 
Cores: Verde 
Símbolo: Arco e Flecha 
Domínio: Matas 
Saudação: Okê Arô 
Dia: quinta-feira 
Frutas: todas as frutas doces e obi 
Flor: Flores do campo 
Comidas: milho cozido com pedados de côco (axoxô), feijão fradinho, espigas de milho verde, vinho moscatel 
Pedra: Esmeralda e Turquesa 
Metal: Bronze 
Sincretismo: São Sebastião



XANGÔ – Orixá das pedreiras, das montanhas, do trovão e senhor da justiça.


Filiação – Iemanjá e Oxalá
Cores – Marrom na umbanda,e branco e vermelho no candomblé.
Símbolo  - Oxé, machado de lâmina dupla feita em pedra e a pedra de raio.
Domínios – Montanhas e Pedreiras
Saudação –   Caô Cabiecilê
Dia – Quarta-feira
Frutas - Marmelo, mamão, melão, melancia, abiu, abricó, caqui, fruta-do-conde.
Flor - Lírio e Flores nas tonalidades marrom, amarelo.
Comidas - Amalá, caruru (quiabo), bacalhau com quiabo.
Pedra  –  pedra-do-sol, jaspe marrom,olho-de-boi.
Metal – Bronze e Cobre.
Sincretismo – São Jerônimo ,São João Batista.



LOGUM-EDÉ - orixá ligado às matas e cachoeiras, à prosperidade e ao amor. Foi proclamado príncipe por sua beleza. Vive seis meses nas matas e se alimenta das caças. E vive seis meses nas cachoeiras, quando se alimenta de peixes. É um grande feiticeiro.

Filiação: Oxóssi e Oxum
Cores:Amarelo ouro
Símbolo: Cavalo Marinho ou Arco e flecha ou Leque
Domínio: Cachoeiras e Matas
Saudação: Oriki
Dia: quinta-feira
Frutas: banana prata, obi ou frutas doces
Flor: Palmas ou Rosas amarelas
Comidas: milho cozido com côco (axoxô) ou feijão fradinho, camarão e cebola (omolocum)
Pedra: Topázio e Turquesa
Metal: Ouro
Sincretismo: Santo Expedito


OSSAIM - orixá das folhas, da curas pelas ervas medicinais. Deve ser invocado para purificação e solucionar problemas de saúde. Orixá ligado às florestas e agricultura.

Filiação: Oxalá e Iemanjá
Cores: Verde e Branco
Símbolo: Elemento de três pontas com um pássaro no centro
Domínio: Cura
Saudação: Eo eo ossaim
Dia: quinta-feira
Frutas: obi
Flor: Cróton
Comidas: Farofa com fumo e mel
Pedra: Esmeralda e Turmalina
Metal: Estanho
Sincretismo: São Benedito


OXUMARÊ - orixá do arco-íris, transporta água da terra para o mundo astral. É representado em forma de serpente. Está ligado à riqueza e à prosperidade, tendo o poder de regular as chuvas e as secas.

Filiação: Nanã e Oxalá
Cores: Verde e Amarelo
Símbolo: Serpente
Domínio: Arco-íris
Saudação: Arroboboi
Dia: terça-feira
Frutas: obi
Flor: Palmas amarelas
Comidas: bolinhos de inhame cozidos recheados com mel
Pedra: Ágata e Safira
Metal: Ouro
Elemento: Céu e Terra
Sincretismo: São Bartolomeu


TEMPO  - orixá de origem daomeana, o primeiro filho de oxalá. Orixá severo e muito respeitado, e representa a árvore gameleira branca. É justiceiro e faz a comunicação entre os mundos terreno e espiritual.

Filiação: Nanã e Oxalá
Cores: Cinza
Símbolo: Lança e a Grelha
Domínio: Tempo
Saudação: Irocô i só ou Zará Tempo
Dia: terça-feira
Flor: Flores brancas
Comidas: quiabo picado, batido com mel e pepinos
Elemento: árvore gameleira branca
Sincretismo: São Francisco de Assis ou São Lourenço



IFÁ ou ORUNMILÁ- orixá dos jogos divinatórios, tem o dom de prever e dominar o futuro.

Cores: Branca
Domínio: Futuro
Saudação: Agô-ifá 
Dia: segunda-feira


IBEJI - divindades gêmeas. Filhos que Iansã abandonou nas águas e foram criados por Oxum. Orixá ligado à fertilidade e protetor das crianças.

Filiação: Iansã e Xangô
Cores: Azul e rosa 
Símbolo: Dois bonecos iguais
Domínio: Fertilidade e Fecundação
Saudação: Erê
Dia: domingo
Frutas: todas as frutas doces
Flor: todas
Comidas: carurú, doces e refrigerantes
Pedra: Opala
Sincretismo: São Cosme e São Damião.


OBALUAIÊ ,OMULU  - orixá respeitado por ser conhecido como muito exigente. Tem o poder sobre as doenças, causando-as e curando-as. Grande feiticeiro, capaz de neutralizar energias negativas. Omulu é a manifestação idosa do orixá, enquanto Obaluaiê é a sua manifestação jovem.

Filiação: Nanã e Oxalá
Cores: Branco e Preto
Símbolo: Xaxará (espécie de vassoura com que varre as energias negativas)
Domínio: Doenças e Cura
Saudação: Atotô
Dia: segunda-feira
Frutas: abacaxi
Flor: Flor de Bananeira
Comidas: pipoca regada com mel e pedaços de côco.
Pedra: Ônix e Turmalina Negra
Metal: Chumbo
Sincretismo: São Lázaro ou São Roque


IEMANJÁ -  A grande mãe, o oceano que origina tudo. De seu ventre saíram todos os Orixás, dos seus seios correm os rios que fertilizam a terra. Como toda matriarca, é benevolente e preocupada com o bem-estar de todos, mas exerce uma autoridade mais pela astúcia que pela força.

Filiação: Olorum
Cores: azul
Símbolo: Abebé com estrela e sereia
Domínio: Mar,oceano
Saudação: Odoiá
Dia: sábado
Frutas: uva branca, pêra d'água e obi branco
Flor: Rosa Branca
Comidas: mamão, melancia, graviola, uvas brancas.
Pedra: Água-marinha
Metal: Prata e Platina
Sincretismo: Nossa Senhora dos Navegantes.


IANSà - primeira orixá feminina a se apresentar na cerimônias de candomblé. Orixá guerreira ligada aos ventos e às tempestades. Orixá do rio Níger, nome pelo qual ela é conhecida na África. A primeira esposa de Xangô, tendo domínio sobre os eguns (almas).

Filiação: Iemanjá e Oxalá
Cores: amarelo canário
Símbolo: Espada ou Exêrum (chicote feito com rabo de cavalo)
Domínio: Ventos, Tempestades e Fogo
Saudação: Eparrei oia
Dia: quarta-feira
Frutas: manga rosa ou obi
Flor: Rosas champanhe ou Palmas vermelhas
Comidas: acarajé
Pedra: Coral ou Terracota
Metal: Cobre
Sincretismo: Santa Bárbara


OXUM - orixá dos rios e cachoeiras, dona de grande beleza. Orixá ligada ao ouro, representada a riqueza, fertilidade e sensualidade.

Filiação: Iemanjá e Oxalá
Cores: Dourado
Símbolo: Abebê (espelho em forma de leque)
Domínio: Amor e Prosperidade
Saudação: Oraieie-ô
Dia: sábado
Frutas: banana ouro, melão, laranja lima
Flor: Flores amarelas
Comidas: omolocum (pasta de feijão fradinho, camarão, azeite de dendê e cebola).
Pedra: Coral, Ametista e Topázio
Metal: Ouro, Cobre, Latão e Bronze
Elemento: Rios e Cachoeiras
Sincretismo: Nossa Senhora (diversas)


NANÃ BURUKE - orixá mais velha das águas; poderosa e misteriosa, tem domínio sobre a vida e a morte. Primeira esposa de Oxalá, tendo com ele três filhos, Irocô, Obaluaiê e Oxumarê. Nanã tem uma vassoura mágica com a qual varre as energias negativas. Orixá ligada à agricultura.

Cores: Roxo ou Lilás
Símbolo: Ibiri (cetro)
Domínio: Lama, pântanos e fundo do mar
Saudação: Salubá
Dia: terça-feira ou sábado
Frutas: melão ou obi
Flor: Manacá ou Crisântemo Lilás
Comidas: moqueca, arroz de aussá, folhas de mostarda
Pedra: Turmalina Rosa e Ametista
Metal: Latão
Elemento: terra e água (lama)
Sincretismo: San't Ana


OBÁ - orixá guerreira, caçadora, ligada às águas doces. Terceira esposa de Xangô.

Filiação: Iemanjá e Oxalá
Cores: Laranja
Domínio: Guerra
Saudação: Obá-xirê
Dia: quarta-feira e sábado
Flor: Flores vermelhas
Comidas: acarajé, acaçás branco
Pedra: Granada
Metal: Cobre
Elemento: água doce em movimentos bruscos
Sincretismo: Joana D'Arc.


EWÁ - orixá guerreira, misteriosa e com poderes mágicos. Gosta de coisas refinadas e tem ligação com as paixões. É silenciosa, tem poder de vidência e transmutação.

Filiação: Obatalá e Nanã
Cores: Magenta ou Cobre
Símbolo: Espada de Cobre
Domínio: Chuva e fontes
Saudação: Rinró
Dia: sábado
Flor: Flores vermelhas
Comidas: banana da terra frita no dendê e batata doce.
Pedra: Rubi
Metal: Ouro, Prata e Cobre
Elemento: Fogo
Sincretismo: Nossa Senhora das Neves



OXALÁ - orixá maior, simboliza a pureza, a cor branca. É o deus da criação.                                                                

Filiação: Olorum
Cores: Branco
Símbolo: opaxorô
Domínio: Criação
Saudação: Epa-babá
Dia: sexta-feira
Frutas: uva branca, pêra d'água e obi branco
Flor: todas as flores brancas
Comidas: milho branco cozido com mel, acaçás branco
Pedra: Cristal
Metal: Prata ou Ouro Branco
Sincretismo: Jesus Cristo.

DESPERTANDO OS CHACRAS


O homem possui ao todo 12 poderes, ou sentidos. Cinco sentidos físicos (olfato, audição, paladar, tato e visão) e sete suprafísicos, atrofiados na grande maioria de nós. Eventualmente, um ou outro sentido suprafísico se manifesta, dando-nos a certeza de que eles existem. Esses poderes são:

1.Clarividência                                             
2.Clariaudiência
3.Intuição
4.Telepatia
5.Viagem Astral
6.Recordação de Vidas Passadas
7.Polividência

1. Clarividência: É a Terceira Visão. Com este poder, apresenta-se ante nosso olho interior todo o universo oculto, as dimesões superiores e inferiores, os elementais e os anjos, os corpos sutis, os desencarnados e as formas-pensamento. Desenvolve-se a clarividência despertando o chacra frontal (entre as sobrancelhas) e trabalhando-se a Ira. As virtudes para se despertar este chacra são paciência, serenidade e Imaginação consciente (não confundir com fantasia). A cor deste chacra é azul com matizes de rosa e prata.O mantra para seu despertar é INRI…

2. Clariaudiência: É o chamado Ouvido Interno ou Oculto. Com este sentido podemos escutar a voz dos desencarnados, dos Mestres, a Música das Esferas, compreender cada palavra pronunciada, valorizar a virtude do amor à Verdade e compreender as Leis de Causa e Efeito. O chacra deste sentido é o Laríngeo, situado na base da garganta. Suas cores são índigo e prata.O mantra é ENRE…

3. Intuição: É a voz divina que nos fala por meio do Cárdias, o chacra do coração. Com este sentido captamos o profundo significado das coisas e ficamos sabendo com antecedência o que fazer. Os místicos afirmam que este chacra desenvolvido nos dá também o poder da levitação (Jinas). A virtude para este chacra é o Amor. E a cor é o dourado.O mantra é ONRO…

4. Telepatia: Quando andamos pela rua, pensamos em alguém e logo passamos por ele; isso se chama captação de pensamento, e é despertado com as virtudes do respeito a tudo e a todos, a discrição, o não julgar ninguém. O chacra é o do plexo solar, na altura do umbigo. É chamado de Solar por ser o acumulador dos átomos ígneos, ou Prana, que vêm do Sol. Aclaramos que a Transmissão das ondas de pensamento se faz por meio do chacra frontal e a captação pelo solar. As cores são o verde e o amarelo. O mantra é UNRU…

5. Viagem Astral: Todos, sem exceção, saímos do corpo físico nas horas de sono. Nossos sonhos são vivências (quase sempre inconscientes) de fatos ocorridos no mundo astral, ou quinta dimensão. Quem de nós, em um dado momento, estando relaxados, de repente nosso corpo sente um leve choque, como que assustados? Na verdade, sem o saber, estivemos saindo gradativamente do corpo físico e voltamos bruscamente. Quando um indivíduo domina relativamente esse poder, consegue conversar com os mestres e todos os desencarnados, penetrar nos templos das igrejas elementais, viajar a qualquer lugar do mundo, acima e sob a terra. Quando todos os chacras, especialmente cardíaco, prostático e hepático, estão em perfeita sintomia com as forças sutis do Cosmos, a saída astral se torna mais consciente. A virtude é a Vontade e os defeitos a serem trabalhados são a preguiça, o medo e a gula. A cor é o azul celeste.O mantra é FARAON…

6. Recordação de Vidas Passadas: Essa função depende de um sistema nervoso equilibrado, ou seja, um cérebro e uma coluna vertebral carregados de energias transmutadas. Porém, os chacras ligados a esse poder são os pulmonares, que se situam na parte superior das costas. A virtude requerida para o despertar desse centro é a Fé consciente e serena. Trabalhando-se com os chacras pulmonares conseguimos absorver a experiência e o conhecimento acumulados de vidas passadas. A cor é o violeta. O mantra é ANRA…

7. Polividência: É a virtude dos atletas da meditação, dos adeptos do Êxtase espiritual, ou pré-Samadhi. O chacra coronário, o do topo da cabeça, é a porta de entrada e saída da Essência. A polividência é a capacidade da nossa consciência (Essência ou Budhata), desligar-se parcialmente de seus sete corpos e penetrar na Realidade Única, na essência profunda e na razão de ser das coisas. Todas as sete cores ao mesmo tempo.O mantra sagrado é TUM…

OBS.FAÇAM ESSES EXERCÍCIOS DE PREFERENCIA EM UM LUGAR CALMO,ONDE NINGUÉM POSSA ATRAPALHAR.E TAMBÉM EM UM MOMENTO EM QUE ESTIVER CALMO, SEM PREOCUPAÇÕES,SENÃO O EXERCÍCIOS NÃO FUNCIONARA.   

Despertando os 7 Chacras

Existem 7 Templos sagrados no mundo astral ligados aos elementos cósmicos e nos conectamos magneticamente a eles por meio de nossos sete principais chacras, batizados no esoterismo crístico de Igrejas do Apocalipse ou Velas do Candelabro do Templo. De acordo com o Yoga, os chacras principais são :
Muládhara (Igreja de Éfeso ou Básico): situa-se entre os genitais e o ânus, e sua raiz fica na ponta da espinha dorsal. Liga-nos ao elemento Terra e seus mantras principais são o IAO e o S (como o silvo prolongado de uma serpente). Os grandes magos afirmam que ao se despertar esse centro dominamos externamente os gnomos e pigmeus, além dos fenômenos telúricos, como terremotos, erosão, pragas de formigas, lesmas e outros. Internamente, desenvolvemos a Paciência, a Diligência e a Laboriosidade. Todos os chacras das pernas (dos joelhos, do descarrego nos calcanhares, das solas dos pés etc.) estão subordinados ao Básico.
A Kundalini acha-se encerrada no chacra muládhara e deste chacra emanam quatro Nádis semelhantes a pétalas da flor de lótus. Muládhara é a morada do Tattwa Prittivi (ou, Elemento Etérico da Terra).

Swadhishtana (Igreja de Smirna, Prostático; chamado de uterino, nas mulheres): Localiza-se a quatro dedos acima dos órgãos sexuais, no púbis. Seus mantras principais são M e Bhuvar. Com ele trabalhamos o Tattwa Apas, com os elementais das águas, ondinas e nereidas, dominando as nuvens chuvosas, as ondas dos mares, as enchentes e as leis de equilíbrio da natureza (chamadas de Leis do Trogo Autoegocrático Cósmico Comum. É um nome complexo, mas significa Tragar e Ser Tragado, Receber e Doar, Dar para Receber). Interiormente, desenvolvemos a Castidade, a Fidelidade e a compreensão da Prosperidade. Este chacra é o centro de irradiação e controle de outros, como o da bexiga, testículos (ou ovários) e rins.

Manipura (Igreja de Pérgamo ou Solar): Confere o poder da telepatia. Mas também dominamos o Fogo, e seus seres, as Salamandras e os Vulcanos. Psiquicamente, pode-se dominar os incêndios, as fogueiras, o poder curativo das velas. Seus mantras principais são: U e RAM. Tattwa Tejas. Este chacra domina os chacras secundários e terapêuticos, como do fígado, do baço, do pâncreas, o da boca do estômago etc.

Anahát (Igreja deTiatira, Cárdias): O chacra cardíaco, por nos ligar aos elementais do Ar, Silfos e Sílfides, Fadas e Elfos, nos dá poderes sobre o vento, os furacões, as brisas, a levitação, o teletransporte. Tattwa Vayú. Também nos confere a compreensão da natureza pela teologia, pelos rituais e a mensagem dos símbolos pela Intuição. O Cárdias controla os chacras pulmonares, os das axilas, dos cotovelos e os das palmas das mãos.

Vishudda, Ajna e Sahásrara (Igrejas de Sárdis, Filadélfia e Laodicéia; Laríngeo, Frontal e Coronário): Auxiliam-nos a trabalhar e compreender as energias cósmicas, superiores, do Ser, como o desapego, a sabedoria, a verdade, a inteligência, a justiça, a misericórdia etc., já que a Loja Branca Atômica de nosso corpo físico situa-se no cérebro. Esses três chacras sagrados têm sob sua influência outros, como o do cerebelo, o “chacra oculto”, os sete chacras especiais que circundam o coronário, o do hipotálamo, do timo, do palato etc.
Enfim, nosso organismo psíquico contém uma fantástica constelação de chacras que nos ligam às mais variadas energias cósmicas e telúricas. Alguns afirmam que nosso corpo astral possui cerca de 10 mil chacras e o corpo mental está estruturado com mais de 200 mil chacras. Isso, sem contar os chacras dos outros corpos.
Conhecendo a parte enferma da alma e do corpo, deficiências ou com bloqueios, podemos trabalhar com as salamandras, os gnomos etc. Conhecendo o procedimento ritualístico, os símbolos, os mantras, os nomes das Deidades especialistas em determinadas energias, podemos iniciar um verdadeiro trabalho magístico. O grande segredo é o Conhecimento prático, e não unicamente a teoria estéril.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

ECTOPLASMA E SUA UTILIZAÇÃO NOS TERREIROS




Um dos elementos bioenergéticos mais utilizados por Caboclos, Pretos-Velhos, Exus e Crianças, seja em atividades curativas, harmonizatórias, e, também, em neutralização de demandas, é o nominado Ectoplasma.

O Ectoplasma, que tem despertado um grande interesse por parte das religiões mediúnicas e de cientistas de todo o mundo, é uma substância material, visível ou não, consoante sua quantidade e densidade, absorvida/produzida pelo corpo humano a partir da fusão e posterior metabolismo de quatro fluidos, quais sejam fluidos astrais (química astral);fluidos da natureza (raios solares, raios lunares, gases etc.);
e fluidos orgânicos e inorgânicos de nosso planeta (minerais, vegetais e animais).
 É de conhecimento também que o ectoplasma localiza-se nas células humanas, constituindo-se como uma parte etérica das mesmas. Esta matéria, que em alguns casos de acúmulo excessivo, apresenta-se como uma geléia viscosa, de cor branca, semi-líquida e que sai através dos principais orifícios do corpo humano (boca, narinas, ouvidos etc.), é um dos elementos integrantes de nosso corpo vital (duplo etérico), sendo o envoltório intermediário entre o perispírito (corpo astral) e o corpo físico. É odinamizador da parte bio-fisiológica do ser humano encarnado.

Dizem alguns que é encontrado em maior quantidade na altura dos centros de força (chakras) Umbilical e básico. Não vamos nos ater a discorrer sobre o emprego de ectoplasma na materialização de espíritos e objetos, situações em que deve haver um grande acúmulo de ectoplasma nos doadores desta substância, mas sim na sua utilização por parte dos espíritos trabalhadores de nossa elevada Umbanda. Os Caboclos, Crianças, Exus e Pretos-Velhos (as quatro formas fluídico-perispirituais de manifestação de espíritos na Umbanda) costumam utilizar o ectoplasma de seus médiuns para os mais variados fins (lembre-se: espíritos não têm corpo vital, logo não têm ectoplasma. Nos trabalhos de cura, costumam aplicá-lo nos centros de força dos assistentes, a fim de reequilibrar o fluxo energético (absorção e emanação de energias).

Nos trabalhos direcionados ao desmanche de baixa magia, as entidades potencializam a substância ectoplasmática, deslocando-se a lugares onde está a origem material da feitiçaria (objetos vibratoriamente magnetizados), passando a manipular tais materiais, desmagnetizando-os e neutralizando as demandas. Devido aos espíritos utilizarem o ectoplasma humano em algumas tarefas onde há a necessidade deste fluido vital, muitos médiuns, ao término de uma sessão ou gira, sentem-se fatigados, cansados, exauridos de energia, e com apetite aguçado. Esta situação ocorre em grande parte, e em vários graus, conforme a quantidade sorvida, em razão da retirada de parte do ectoplasma do médium por parte dos espíritos trabalhadores. É um acontecimento natural, facilmente dirimido pela ingestão de líquidos como água pura, sucos, refrigerantes, comestíveis, e, se possível, um ligeiro repouso. Após um curto espaço de tempo o ectoplasma volta a seu nível normal.

O Ectoplasma ainda é assunto a ser mais explorado. A cada dia surgem novas informações sobre este nobre fluido que é de suma importância para a Humanidade.
O que se deve ter em mente, principalmente por parte dos médiuns sérios, é que a maior qualidade do fluido vital ectoplasmática está diretamente ligada aos hábitos do indivíduo, enquanto membro de uma sociedade heterogênea.
Portanto, é de suma importância que não se abuse de bebidas alcoólicas, fumo e sexo, que, se ingeridos ou praticados em demasia, poderão influenciar na maior ou menor eficácia de determinados trabalhos espirituais.

ECTOPLASMA






PELO MESTRE RAMATÍS
   
RAMATÍS: - O ectoplasma é a parte da célula que fica entre a membrana e o núcleo, ou a porção periférica do citoplasma, conforme vos explica a ciência acadêmica. Entre os espíritas é geralmente conhecido como um plasma de origem psíquica, que se exsuda principalmente do médium de cura e algo das outras pessoas em comum que também são doadores indiretos. Quando os espíritos desencarnados podem dispor dele em bastante quantidade, então o usam para a produção de fenômenos mediúnicos após combinarem-no com outras substâncias extraídas do reservatório oculto da Natureza.
  O ectoplasma apresenta-se à nossa visão espiritual como massa de gelatina pegajosa, ou substância albuminóide, branquíssima e semiliquida, que se exsuda através de todos os poros do médium, mas em maior porção pelas narinas, pela boca ou pelos ouvidos, pelas pontas dos dedos e ainda pelo tórax. Os longos cordões ectoplásmicos que se formam por esses orifícios serpenteiam em movimentos ondulatórios. Não é substância que possamos seccionar ou manusear sob absoluta independência dos médiuns, os quais, mesmo em transe completo, ligam-se mentalmente a esse prolongamento vivo, inquieto e influenciável até pelos assistentes.
 Os trabalhos mediúnicos exigem um cuidadoso tratamento por parte dos espíritos operadores, pois o ectoplasma do médium é elemento fácil de ser contaminado pelos miasmas e certos tóxicos que invadem o ambiente pela imprudência ou descaso de alguns freqüentadores dos trabalhos mediúnicos.    
 Trata-se de substância delicadíssima que, na realidade, situa-se entre o perispírito e o corpo físico. Embora seja algo disforme, é dotada de forte vitalidade, motivo pelo qual serve de alavanca para interligar os planos astralino e físico.
   É matéria viva do próprio médium que, pela sua vontade, admite a intromissão dos espíritos amigos e benfeitores quando a usam para fins proveitosos; no entanto, caso se trate de criatura desregrada, os espíritos inferiores e malévolos podem assenhorear-se dessa energia acionável pela vontade desencarnada, causando perturbações nos trabalhos mediúnicos ou mesmo fora do ambiente do centro espírita ou de umbanda.


MESTRES ASCENSIONADOS

OS 7 RAIOS

Os Raios são expressões de energia com características especiais e distintas. São chamados na Bíblia de “Espíritos diante do Trono de Deus” e são assuntos um tanto misterioso e pouco claros para o mundo atual.
Existem atualmente cerca de 10 bilhões de habitantes na Terra e/ou utilizando este planeta como ambiente de aprendizagem. Cada um desses seres pertence a um dos Sete Raios ou divisões da vida.
Cada uma dessas almas tem, portanto, no seu âmago, determinadas tendências, peculiaridades, aptidões ou inclinações latentes de um desses grandes Raios. Todas as pessoas acumularam conhecimentos de um ramo específico num determinado Raio.
Essas pessoas sentem-se satisfeitas e felizes quando estão juntas em vibração e de alguma forma familiarizadas.

 A luz branca, emanada do Criador, se divide em sete raios principais e cada um deles possui muitas virtudes e atributos específicos.

Azul : poder;
Dourado : sabedoria;
Rosa : amor;
Branco : pureza;
Verde : cura;
Rubi : devoção;
Violeta : transmutação.

No Plano Divino - no Reino Celestial como sobre a Terra - tudo está dividido em seções de SETE ou em Sete Raios. Os Sete Raios correspondem a todas as atividades da vida que nós seres humanos temos que desenvolver para alcançarmos a mestria e o domínio individual. Cada um desses raios são dirigidos por um Mestre Ascenso, um Arcanjo e um Elohim.

A esfera de atividade destes raios e seus Diretores são:



1o raio é azul e representa a Vontade de Deus, fé, proteção, força e poder. O Mestre Ascensionado El Morya - que editou a "Ponte para a Liberdade - é o Diretor. As pessoas que pertencem a este raio estão, geralmente, na chefia e possuem ilimitadas forças de poder e capacidade de "executar alguma coisa".


2o raio é cor de ouro e representa Sabedoria, equilíbrio e iluminação. Exercia esta função o Mestre Ascensionado Kuthumi até a Sua ascensão como Instrutor do Mundo, juntamente com o Mestre Jesus. O Mestre Ascensionado Lanto sucedeu o Mestre Kuthumi tendo sido também elevado ao cargo de Instrutor do Mundo. O Mestre Ascensionado Confúcio é o atual Diretor deste raio que é relacionado com professores, ensinamentos - e pessoas de coração compreensivo.


3o raio é rosa e representa o Amor Divino, adoração, beleza e fraternidade. A Mestra Ascensionada Rowena é a Diretora deste raio. As pessoas que a ele pertencem amam a beleza em todas as formas de expressão e são amáveis e compassivas.



4o raio é branco e representa a Pureza, a ressurreição e a ascensão. É seu Diretor o Mestre Ascensionado Serapis Bey. As pessoas que pertencem a este raio são artistas, músicos, arquitetos e são dotados de grande perseverança.



5o raio é o raio verde da Verdade, da precisão da Lei. É dirigido pelo Mestre Ascensionado Hilarion; foi Ele o conhecido Paulo, da Bíblia. Em geral pertencem a este raio os cientistas, médicos, irmãs de caridade e curadores.

6o raio é de cores vermelho-rubi e ouro, e representa a Paz, colaboração e dedicação à vida. O Mestre Jesus era seu Diretor até há pouco tempo, quando foi Ascensionado a Instrutor do Mundo. Atualmente é a Mestra Nada que ocupa o cargo de Diretor do 6o Raio. Sua capacidade especial é o Amor. Freqüentemente, os que pertencem a este raio são sacerdotes, assim como pessoas com desejos ardentes, no culto divino, em servir a humanidade, e muitas vezes sem colher reconhecimento pelos serviços prestados.



7o é o raio violeta da misericórdia, transformação e Liberdade. Quem rege este raio é o Mestre Ascensionado Saint Germain, que o fará durante os próximos dois mil anos, sobre a Terra. A Chama Violeta é o instrumento que TRANSFORMA todo erro e forças imperfeitas em Perfeição. Quando a humanidade usar este instrumento com acerto e ritmicamente, a Terra será salva. As pessoas que pertencem a este raio possuem muitas aptidões e em todos os aspectos grande amor pela Liberdade.

O RAIO DE CADA UM

Quando viemos à luz neste mundo, na primeira inspiração, os átomos do ar ambiente em perfeita sintonia com as "vibrações" cósmicas (ou os raios de luz dos astros celestes), penetrando com ímpeto em nossos pulmões, produzem marcas indeléveis em nossos registros etéricos que vão dar a tônica da experiência encarnatória que se inicia neste momento. Estas marcas são as chaves do nosso caráter e "caráter é destino".
Tudo se processa em perfeita harmonia com os nossos merecimentos, decorrentes das ações, pensamentos e sentimentos sustentados ao longo de nossa peregrinação pelo universo manifestado. Tudo de acordo com a nossa necessidade de evolução espiritual. Fugir desta grande lei, chamada Lei do Carma, é impossível. Conhecê-la e vivenciá-la, usando nossa divina capacidade de transmutação, é a própria libertação.
Temos então no estudo da "carta natal", que é o desenho do mapa celeste das posições dos astros em relação ao momento e local em que a pessoa nasce, uma maneira segura e precisa de conhecer profundamente nossos talentos, habilidades, tendências, enfim virtudes e vícios que já trazemos para a presente experiência. Os acontecimentos, relacionamentos, encontros e despedidas da vida terrena são pois decorrentes deste conjunto de energias acumuladas pela alma. Nada nos acontece sem o devido mérito ou a necessidade de alcançar a Luz Maior.
Todavia, neste mundo tudo é passageiro, transitório, efêmero, ilusório: é "maya". Nesta vida presente, nascemos num determinado signo solar, de acordo com a faixa vibratória que a Terra atravessava no momento de nosso nascimento. Na encarnação anterior, provavelmente, o signo era outro. Assim, alternadamente, vamos conhecendo cada um dos doze atributos do nosso Sistema Solar e desenvolvendo as qualidades características deste Universo.
Houve, porém, um nascimento bem mais significativo, muito antes de havermos iniciado a peregrinação pelo Universo manifestado, ou ronda encarnatória. Trata-se do momento em que fomos exalados do coração de Deus-Pai-Mãe como emanações de vida ou Chispas Divinas, Raios de Luz. Quando criadas, as Chispas Divinas se desdobram em duas chamas, conhecidas como Chamas Gêmeas. Então percorrem as Sete Esferas Interiores e escolhem em qual delas irão servir.
Portanto, antes mesmo da primeira encarnação, neste ou noutro mundo, a emanação de vida já traz em si, como característica inerente, um dos Sete Raios. É muito importante, para quem deseja avançar velozmente pela senda espiritual, que se conheça a que Raio pertence, pois as características deste raio são permanentes em nossa aura e irão determinar nossas esferas de atividade vida após vida e até mesmo, e principalmente, após a nossa Ascensão na Luz. Cabe ressaltar que, embora pertencendo a determinado raio, podemos servir em outras esferas e com isso iremos desenvolvendo outras cores em nossa aura.
Ocorre às vezes que, devido aos serviços prestados em outros campos de atividade, o Corpo Causal do indivíduo traz uma acentuada faixa de um ou mais raios, podendo confundir um observador externo, ou vidente. A maneira mais segura de se conhecer o raio de origem é através do estudo e da experiência individual, isto é, através da revelação interna. Isto pode ser alcançado pela prática da meditação e demora mais ou menos tempo, dependendo da experiência e empenho de cada um. 

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

SALVAMENTO NO UMBRAL.





 Há um tempinho atrás,eu tive uma viagem astral em um dos mundos inferiores,e vou contar a vocês.
Eu estava em um lugar muito escuro com arvores secas,em um ambiente estranho,estava andando em uma trilha  em direção a um prédio, avistando o tal prédio fui em direção a ele,era um prédio muito alto,e muito antigo,só que quando me aproximei da entrada duas sombras vieram em minha direção,mas quando elas se aproximaram de min elas começaram a se desfazer com se tivesse algo em min que elas não suportavam,foi quando eu reparei que na minha mão esquerda no dedo inticador havia um anel com o hexagrama,e ele me protegeu.Então, entre no prédio e subi as escadas até encontrar um rapaz sentado em um canto perto de um elevador com roupas rasgadas,chorando,fui até ele,quando reparou que era eu sorrio me abraçou e disse "obrigado",foi uma das sensações mais fortes que pude sentir,dai fomos embora daquele lugar,e o engraçado disso tudo e que eu conheço ele,ele frequentava o centro de Umbanda que trabalho,e saiu devido um problema de saúde,mas que também tinha grandes problemas espirituais.( revejam o texto sobre o significados dos sonhos e procurem sobre sonhar com alguem com roupas rasgadas,e cinzas) mas tudo deu certo e mesmo em lugares como esses, sempre existem seres que o auxiliam em sua missão.
Lembre-sem nunca estamos sozinhos,sempre há alguem para olhar por nós.